Wednesday, August 6, 2008

YBR 125 Factor

Depois de vender 700 mil unidades da YBR 125 no Brasil desde 2000, a Yamaha decidiu reestilizar sua moto urbana. Ela ganhou novidades visuais, mecânicas e de chassi, além do sobrenome Factor. Será comercializada em três versões: a Factor K, mais simples, conta com partida a pedal; a Factor E tem partida elétrica. Por fim, a topo de linha, Factor ED, traz partida elétrica, freio a disco dianteiro e rodas de liga leve. Todas terão quatro cores disponíveis: azul, vermelho, prata e preto.

O visual ficou mais agressivo graças à adoção de um novo tanque de combustível, mais robusto e volumoso, com falsa entrada de ar. A rabeta está mais afinada e ascendente e, segundo a montadora, foi inspirada nos modelos superesportivos da marca. Os novos piscas também foram baseados nos modelos utilizados pela R1. Eles fazem parte do novo conjunto óptico, com design dos refletores do farol e suporte diferentes, na cor cinza. As rodas de liga-leve, disponíveis apenas para a versão topo de linha, virão com pneus sem câmara — diferente dos modelos mais básicos, equipados com rodas raiadas e pneus Metzeler ME 22.

O motor quatro tempos de 125 cc refrigerado a ar passou por mudanças. Ele conta agora com carburador Mikuni BS25, com acionamento do segundo estágio a vácuo. Segundo a Yamaha, isso melhorou o consumo da motocicleta. Ainda há um novo sistema de indução de ar e escape, com dois catalisadores e protetores antiqueimaduras. O câmbio segue com cinco velocidades.

Por fim, fora realizadas modificações no chassi da Factor. Tata-se de uma peça nova, do tipo Diamante, com reforços que privilegiam a resistência da moto para rodar no irregular asfalto brasileiro. Confeccionado com tubos de aço, ele ainda dispõe de uma nova alça para o garupa, com reforço estrutural. A fixação dos pedais vai direto no chassi, o que diminui os impactos das irregularidades do asfalto para as pernas e pés do carona. A moto chega às concessionárias de todo o Brasil na primeira quinzena de setembro, mas ainda não tem preço definido.

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Picape Ridgeline linha 2009

Mesmo com o segmento de utilitários e camionetes em baixa nos Estados Unidos, a Honda anunciou esta semana o lançamento da linha 2009 da picape Ridgeline. Em relação a gama anterior, o novo modelo ganhou grade frontal igual a versão 2009 do jipão Pilot, novos equipamentos e melhorias no motor 3.5 litros V6 VTEC. As primeiras unidades começam a chegar às concessionárias da marca no país a partir de setembro.

Segundo o fabricante, melhorias no motor, como o aprimoramento das entradas de ar, renderam ao Ridgeline 3 cv de potência extras, totalizando 250 cv a 5.700 rpm, e um pequeno acréscimo no torque. A transmissão automática de cinco marchas também recebeu novas regulagens, que de acordo com a marca contribuem para o aumento da potência e torque, além da redução do consumo de combustível.

A produção de utilitários e camionetes da Honda nos EUA seguirá de acordo com a demanda do mercado, que vem sofrendo com a alta do petróleo. Ironicamente esta metodologia de produção em série é conhecida como "toyotismo", por conta do pioneirismo da Toyota na prática.



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Novo Audi A4

O novo A4 está entre nós. Com preço a partir de R$ 229 mil, o modelo começa a ser vendido a princípio com motor 3.2 V6 e tração integral Quattro. As versões 2.0 Turbo com tração dianteira chegam em outubro, com potências de 183 cv e 214 cv, respectivamente, e valores começando nos R$ 160 mil, estima-se.

A oitava geração do sedã vem repleta de novidades. Para começar, ganhou porte de carro médio-grande (4,70 m de comprimento e 2,81 m de entreeixos), medidas que ampliaram o espaço interno e o porta-malas. O design também é todo novo, com destaque para os faróis com 14 leds brancos, que garantem um visual inconfundível tanto à noite quanto de dia. Vindo do superesportivo R8, esse recurso vai marcar a identidade dos carros da Audi daqui para frente.

O motor 3.2 V6 FSI é o mesmo do modelo anterior, mas com a potência elevada para 269 cv. Mesmo maior, o A4 tem a carroceria 10% mais leve, garante a Audi. Com câmbio Tiptronic de 6 marchas (e opção de trocas manuais por borboletas no volante), o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 s e chega a 250 km/h, diz a marca.

Além do motor, contribui para a boa performance o novo sistema Audi Drive Select (opcional). Ele permite alterar o comportamento dos amortecedores, da direção e do câmbio, deixando o carro mais confortável ou esportivo — ao gosto do motorista. Para isso, basta selecionar o modo desejado (conforto, automático ou dinâmico) por botões no console. Outros opcionais vieram do utilitário Q7: são o controle de velocidade ativo (que freia o carro sozinho em caso de necessidade) e o side assist, que indica a presença de um veículo no ponto cego do retrovisor. Com todos os equipamentos, porém, o A4 topo de linha tem o preço elevado para R$ 295.460.



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Carros que fazem mal a saúde

A página da Internet HealthyCar, um projeto da ONG Ecology Center, divulgou o resultado de um estudo que tem como objetivo apresentar uma lista com os veículos que contam com interiores mais nocivos à saúde do consumidor.

E como essa conclusão é tomada? Foi avaliada a grande maioria dos veículos vendidos nos Estados Unidos, nos quais foram procuradas substâncias tóxicas como os ftalatos, o bromo e metais pesados. Entre as peças estudadas, podemos citar algumas delas: volante, manopla do câmbio, assentos, apoio de braço e tecido das portas.

É claro que se você não depende do automóvel para trabalhar o dia inteiro nele, por exemplo, essa pesquisa não deverá te assustar. Porém, as substâncias citadas podem causar problemas de tiróides, mudanças no humor da pessoa e, inclusive, possibilidade de câncer. Os materiais tóxicos são decorrentes da fabricação industrial das peças.

Resultado da pesquisa

Bom, agora que explicamos como funciona e a importância da pesquisa, vamos falar dos resultados finais. O automóvel que ficou com o pior nível de habitáculo, ou seja, o mais prejudicial à saúde, foi o conversível Mitsubishi Eclipse Spider GT, com a pontuação negativa de 4,7 em uma escala que vai até 5. Na 2ª posição na lista de mais perigosos está o hatch Suzuki Reno (4,2), seguido pelo conversível BMW 128i (3,9), que, por sua vez, está empatado com o também descapotado VW Beetle.

Entre os modelos mais “bonzinhos” com a saúde, quem se saiu melhor foi o utilitário esportivo Acura RDX SH-AWD System, com apenas 0,6 ponto. O pequeno Smart Pure Coupe também se destacou bastante, com 0,7. A BMW, que mandou mal com o 128i, está também entre os melhores, com o luxuoso M5, com apenas 0,8. A Honda, que tem em seu apelo comercial a preservação do meio ambiente, também está na lista positiva, com o Accord EXL, com a pontuação de somente 0,8.

Você pode adquirir mais informações sobre o ranking norte-americano de “interiores perigosos” no site healthycar.org. Aliás, a imagem que ilustra essa notícia mostra as listas de mais e menos perigosos. Além disso, é possível fazer um teste com seu carro, o que pode ser considerado um serviço de importância pública.


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Linha 2009 da SsangYong

A SsangYong Brasil inicia esta semana a comercialização da linha 2009 dos modelos 4x4 Actyon, Actyon Sports, Kyron e Rexton II. A maior novidade fica por conta do Kyron 2.7 diesel, que agora traz de série o piloto automático e ainda teve o preço reduzido de R$ 134,9 mil para R$ 129,9 mil. Pelo valor anterior, o consumidor leva para casa o modelo equipado com o teto solar elétrico.

Os demais SUVs da SsangYong, todos equipados com câmbio automático, tiveram os preços mantidos: Actyon 2.0 diesel (R$ 109,9 mil), Rexton II 2.7 diesel (R$ 149,9 mil), Rexton II 3.2 gasolina (R$ 159,9 mil, sob encomenda) e a picape Actyon Sports 2.0 diesel (R$ 94,9 mil).

Com a chegada da linha Actyon, Kyron e Rexton II, além da ampliação da rede para 16 concessionárias e chegar a 27 pontos até o final do ano, a SsangYong Brasil já vislumbra alcançar vendas de até 1.800 unidades em 2008.














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Quatro em cada 10 candidatos são reprovados em auto-escolas

Quatro em cada dez candidatos são reprovados no teste prático para tirar a carteira de motorista, em quase todo Brasil. Autoridades querem aumentar as horas de auto-escola e tentar melhorar o número de aprovações.

Fazer o carro se mover pode ser fácil, mas é difícil é dirigir como manda o Código Brasileiro de Trânsito. Um levantamento feito em Detrans de quatro estados mostra essa realidade: um grande número de pessoas tenta tirar a carteira nacional de habilitação, mas acaba reprovado na prova prática.

No Recife, 38% dos candidatos não passaram no exame no ano passado. Em São Paulo e no Rio Grande do Sul, o índice foi de 40% e no Rio de Janeiro, 33%.

As auto-escolas preparam mal os alunos? Há quem aponte o nervosismo como o grande vilão. E, segundo os instrutores, há outro problema: a falta de atenção.


Pontos perdidos
Na hora da prova, se o candidato entra no carro, ajeita o banco, mas esquece de ajustar os retrovisores, ele perderá dois pontos. Se ele ainda dá a partida sem o cinto de segurança, perde mais três pontos e está eliminado.

Ao todo, o aluno só pode perder três pontos. Qualquer errinho pode ser fatal, até na hora de fechar a porta. Ao estacionar, se ele derruba a baliza, é imediatamente reprovado. “Calma e controle emocional são fundamentais, além da parte da teoria. Toda a execução da teoria é importante ser colocada na prática não só na prova, mas também depois, já quando for um permissionário”, explica o instrutor Wagner Ferreira.


Fiscalizar presença
No Rio de Janeiro, há três meses o Detran passou a fiscalizar a presença do candidato nas aulas pela impressão digital. Quem não cumpre a carga horária exigida pela legislação fica impedido de fazer as provas.

“Nós estamos sentindo uma mudança gradual a cada formação. A gente está acompanhando cada banca examinadora e está vendo que os índices de reprovação estão caindo em torno de 5% na prova prática”, afirma a diretora de habilitação do Detran-RJ, Beatriz Diniz.

O Conselho Nacional de Trânsito estuda a possibilidade de aumentar a carga horária das aulas. A teórica deve passar de 30 horas para 45 horas e a prática, de 15 horas para 20 horas. Com mais tempo de estudo, o objetivo é conseguir mais dedicação para impedir problemas futuros.


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Tuesday, August 5, 2008

Citroën pode relançar 2CV

Com a nostalgia em alta entre as montadoras, a Citroën estuda repaginar o 2CV (deux chevaux). Lançado em 1948 e fabricado até 1990, o modelo mais emblemático da marca francesa pode voltar modernizado para brigar justamente com o Fiat 500 e o novo Ford Ka europeu. Rumores apontam que a versão modernizada do 2CV pode ser a grande surpresa da marca no Salão de Paris, que começa em outubro.

Este ano, a Citroën comemora os 60 anos do 2CV, carro que colocou a marca no mapa das montadoras. Em 42 anos de produção, 3,8 milhões de unidades do carro deixaram a linha de montagem, convertendo o humilde 2CV num autêntico ícone da indústria automobilística francesa. Suas principais características eram o preço extremamente acessível e a fácil manutenção, porém, pelo mundo afora o carro também ficou conhecido como "lata de sardinha" e "guarda-chuva".

Nos últimos anos, uma série de clássicos vêm sendo adaptados ao século XXI, ganhando tecnologia e design contemporâneo, contudo mantendo o espírito que os fizeram famosos. Entre os mais recentes "revivals", os que mais se destacam são o novo Fiat 500, o VW Scirocco e os muscle cars Ford Mustang, Dodge Challenger e o Chevrolet Camaro.


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